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Moda & Style

por Joana Freitas

Moda & Style

por Joana Freitas

Passio da Confiança

Tal como exponho aqui no blog, se existe algo que me deixa realmente orgulhosa é o facto de termos em Portugal vários talentos em diferentes áreas, desde o calçado à cosmética. E, nesse sentido, trago-vos hoje um produto produto 100% nacional.

 

No post em que vos dei conta do Summer Bloggers Meeting, com certeza que viram, algures por lá, os recebidos deste encontro. Ora como gosto de cumprir com a minha palavra, começo a desvendar algumas opiniões sobre os produtos. Como se tem que começar por algum lado, decidi iniciar-me pelo que é nosso, pelo que é português, com minha review do creme de mãos da Confiança.

A Confiança é uma marca com imensa história, algo que remonta para o ano de 1894, finais do século XIX, quando nasceu, em Braga, o projeto. Desde então, a cosmética e a perfumaria nunca mais foram as mesmas em Portugal.

 

Muitos são os sabonetes que param aqui pelas gavetas da minha casa, aliás, atrever-me-ia dizer que a Confiança é, literalmente, a marca de eleição cá de casa. Os seus aromas são únicos e indescritíveis, assim como as embalagens, que conseguem encantar pela sua simplicidade e pelo aspeto vintage requintado.

 

Calhou-me na berlenga este creme de mãos, o Passio, da linha Vivere, para experimentar. Ao início, confesso, não sabia muito bem o que esperar, visto que o aroma dele junta flores e toques frutados e doces, algo que, muito sinceramente, não faz o meu género. Mas nada como experimentar, não é verdade? Foi o que fiz. E olhem que não me arrependo em nada de o ter feito, aliás, posso garantir-vos que estou realmente fascinada! O aroma é envolvente e encantador, não é aquele floral óbvio, isto é, que se torna enjoativo, pelo contrário, é viciante e faz-nos querer mais e mais.

 

Em termos de qualidade, e como seria de esperar, estes 50ml de creme são espetaculares, e valem bem os 8€ que se dão por ele. A fórmula não é pegajosa e é de rápida absorção, ou seja, não existe cá aquela sensação de que acabamos de enfiar as mãos num tacho cheio de óleo, que é algo que, pessoalmente, detesto num creme, seja ele de mãos ou não. Já quanto à embalagem, apesar de ser simples, adoro-a, pois é resistente e dá para transportar na mala com grande facilidade, visto que não ocupa assim tanto espaço como outros cremes ocupam. Mas, e acima de tudo, devemos valorizar este creme, sabem porquê? Porque é nacional. E o que é por cá produzido, tem qualidade, tem alma.

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